domingo, 28 de agosto de 2016

Trilha de BIKE completada - 50 KM - 27/08/2016

Trilha de 25 KM da vila Brejo do M ate o Rio Itacaiúnas, com parada no Sitio Dona Mansa, depois volta de mais 25. (Wladimy Lins, João F. Lima e Warlley Freitas)
CRUZEIRENSE PEDALANDO


JOÃO ARRUMANDO AS NÁDEGAS

PARADINHA NO MORRO
Uma cerveja só para não perder o costume! NO BAR DO PIABA
BIKES

QUE VENHA AS SOMBRAS

RIO ITACAIÚNAS

MARGENS DO ITACAINÚAS




PARADA NO SITIO DONA MANSA
Almoço no Sitio Dona Mansa






Socializando com os ''LOCAIS''!

Minha bike! Mitsubishi 4 X 4




Pneu furado so para ter historia!



SUBIDA FDP






A BEIRA DA LOUCURA





WARLLEY MORRENDO!








Lavando as bikes
Fim da trilha



domingo, 5 de junho de 2016

Minhas primeiras trilhas de bike

Andar a pé pela cidade durante uma viagem de férias ou até mesmo utilizando transporte público possibilita um mergulho na essência do local. Quando há a chance de percorrer ruas, pontos turísticos ou até mesmo explorar fauna e flora exóticas de uma região pedalando, o passeio ganha um quê a mais. Para quem gosta de aventura e adrenalina, não há nada melhor do que combinar turismo e bicicleta.













domingo, 24 de abril de 2016

Sua primeira viagem de bicicleta! Sai ou não sai?

Se você planeja fazer a sua primeira viagem de bicicleta, talvez esse texto funcione como um incentivo, o empurrãozinho que faltava para suas primeiras pedaladas no cicloturismo. Se você já viajou ou viaja de bike frequentemente, pode dividir conosco suas experiências e opiniões sobre esse assunto.


A mensagem principal é a seguinte: Viajar de bicicleta exige sim planejamento, mas fundamentalmente, exige ação!


Vejo muitos conhecidos planejando e planejando, buscando condições mais do que ideais para as viagens, os melhores equipamentos, tentando cobrir todas as possibilidades de imprevistos, mas na hora H, a viagem não acontece.


Ou ainda, pessoas que planejam grande viagens, fazem grande projetos e roteiros. Treinam, se preparam muito pra isso, mas, por algum motivo, não conseguem realizar a viagem.

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O passo entre o planejamento e a realização de uma cicloviagem pode ser realmente difícil, pois envolve expectativas, medos, dúvidas e muito mais.

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Digo isso com conhecimento de causa, pois sou exemplo do que falo. Conheci o cicloturismo no ano de 2007, e desde então já sonhava com minhas viagens de bicicleta. Tinha uma boa bicicleta, em 2009. Eu tinha grandes projetos: sonhava com a o litoral brasileiro, atravessar as américas, pedalar 2 anos na Europa, libertar meu espírito aventureiro! Como era bom sonhar com tudo isso!

Mas nada disso saiu da cabeça, e nem do papel. As demandas do trabalho, da vida, o cotidiano ia pouco a pouco me fazendo colocar esses sonhos em 2º plano. Filhas, Mulheres e estudo so atrasava meu sonho.



Quando o assunto é arrumar as malas para uma viagem sempre surge o dilema:  Logo temos que evitar excesso de bagagem pois nossas pernas pagarão o preço do sobrepeso. O peso da bagagem não deverá ultrapassar 20% do conjunto bicicleta-ciclista. As mochilas dos alforjes devem conter vários sub-itens de seis grandes grupos que são: alimentos periféricos, manutenção da bicicleta, medicamentos, higiene pessoal, vestuário e diversos. Duração da viagem, regiões visitadas, objetivo, modalidade de hospedagem-alimentação ( acampamento, pousada, restaurante, preparo próprio etc. ) e perfil do indivíduo são pré requisitos que devem ser considerados na escolha do que vai ou não. Ê oportuno ressaltar que esta lista de bagagens de cicloturismo é muito pessoal portanto deve ser adaptada às predileções de cada cicloturista, lembrando que alguns sub-ítens são indispensáveis.

1- Alimentos periféricos indispensáveis.
Frutas secas e/ ou desidratadas ( banana, uva passa, castanha do pará, figo etc );
Malto dextrina;
Barra de cereais;
Drágea descontaminante de água;
Dois litros de água, no mínimo;
Sachês com sal e açúcar.

2 - Manutenção da bicicleta.
Quatro câmaras de ar;
Remendo a frio para câmaras de ar;
Um par de patim de freio;
Cabos de aço ( freio e câmbio );
Óleo mineral ou teflon;
Bomba de ar;
Elos e extrator de pino de corrente;
Um pneu;
Chaves somente no tamanho dos apertos da bicicleta (allen, boca, fenda, philips, raio, espátula para pneu).

3 - Medicamentos
Levar somente os medicamentos para as enfermidades que você tiver predisposição a desenvolver ou a região visitada oferecer patologias que necessitem de medicamentos específicos - vacinas, soros etc. - Estojo de primeiros socorros (gaze, iodo, soro fisiológico, atadura, pinça, esparadrapo, luvas cirúrgicas etc).
Anti-inflamatório;
Anti-diarréico;
Re-hidratação oral ( soro fisiológico );
Analgésico;
Relaxante muscular;
Anti-alérgico;
Anti-térmico;
Anti-hipertensivo;
Pomada anti-assadura ou vazelina;
Repelente de insetos ( uso interno: cápsula de alho e/ou complexo b; uso externo: creme ou líquido ).

4 - Higiene pessoal.
Sabonete e shampoo;
Hidratante;
Desodorante;
Protetor solar e labial;
Talco;
Escova, creme e fio dental;
Cortadores de unha e instrumentos de barbear.

5 - Diversos.
Barraca e colchão inflável;
Máquina de fotografar;
Lanterna e pilhas;
Óculos de dormir e protetor auricular;
Saco plástico;
Um documento pessoal;
Guias de viagem( estradas, praias, cidades etc );
Frequencímetro e GPS;
Caneta e bloco de anotações;
Celular
Endereço e telefone de emergência ( pais e/ou familiares );
Fogareiro, isqueiro e botijão de gás pequeno.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Algodoal - Beleza, simplicidade e muito Reggae!




Rústica, é acessível por barcos a ilha de pescadores reúne as praias mais bonitas e sossegadas do Pará, não sendo permitida a circulação de carros - as únicas maneiras de explorar as belezas da região são a pé ou de carroça. A rusticidade continua na infraestrutura, que oferece pousadas e restaurantes bastante simples, porém, com hospitalidade cinco estrelas. Completam o visual as casinhas de madeira, as choupanas de barro e as jangadas coloridas.



Praia da Princesa tem quiosques, lagoa e boas ondas para o surf
Com 19 quilômetros quadrados, Algodoal é uma Área de Preservação Ambiental (AP) dividida em quatro vilas - a maior é a que dá nome à ilha - separadas por manguezais.


Indo  na Praia da Princesa não deixe de ir na Barraca do coco, sem duvida e o melhor bar de toda a ilha, O bar tem a cara de Algodoal e o dono e  muito bacana e receptivo!


Os cartões-postais são as praias, emolduradas por areias brancas e finas, coqueirais, dunas cobertas de restinga, cajueiros e currais-de-pesca.
É preciso, entretanto, ficar atento às marés - influenciadas pelos rios amazônicos, variam rapidamente em poucas horas. A praia mais famosa da ilha é a da Princesa, classificada pela revista americana Time como uma das dez mais interessantes do Brasil. Entre os meses de fevereiro e junho, ganha ainda a companhia de uma bela lagoa.


O sossego só é quebrado na alta estação, que acontece no verão e em julho, quando os quiosques funcionam a pleno vapor e capricham nos petiscos típicos, como peixe frito e caldeirada. A turma do surf também marca presença na Princesa em função das boas ondas, que rolam também nas praias de Crispim, Sino, Grande, Ipomanga e Romana.


É ainda durante a temporada que a noite de Algodoal vira festa. Para garantir a animação, muito reggae nas caixas de som e carimbó nas areias das praias - a dança regional é uma das encantadoras do Norte do país.
Uma curiosidade sobre o desenvolvimento local: a energia elétrica só chegou à Algodoal em 2005. Antes disso, telefones celulares, internet e até mesmo máquinas de cartão de crédito não funcionavam na ilha.
A chegada da eletricidade deixou muita gente preocupada sobre a preservação do local. Por outro lado, com a instalação das redes de energia a estrutura turística melhorou bastante. "Por muito tempo a questão da luz elétrica foi um entrave, alguns da comunidade queriam, outros não, mas sabemos da importância desse serviço, até porque os próprios moradores precisavam desse elemento. Acredito que a energia elétrica trouxe uma comodidade para a comunidade, que pode ter uma geladeira, guardar seus alimentos. O turismo também foi muito beneficiado, pois os restaurantes e hotéis puderam oferecer aos clientes um conforto maior", explica Diana Alberto, turismóloga da UFPA.
Quem chega à Algodoal logo percebe que o clima de simplicidade predomina no lugar, com ruas de terra batida e casas de alvenaria de construção rústica. Não há grandes edifícios, mansões, avenidas asfaltadas, carros, ônibus, nem os barulhos costumeiros das grandes cidades.





 


É exatamente esta tranquilidade que encanta os turistas, “Algodoal é um local muito lindo, uma ilha bem rústica. Como é tudo muito simples, todo mundo acaba sendo igual: todo mundo fica hospedado nos mesmos hotéis, nos mesmos campings, todo mundo anda junto, vai para as festas junto, ou seja, fica em condições iguais. Lá não tem discriminação de classe, dinheiro, essas coisas, a ilha consegue de uma certa forma FAZER BEM A SUA MENTE!